Lição 01 - 1º trimestre de 2012
O SURGIMENTO DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE
INTRODUÇÃO
1. Neste trimestre estudaremos acerca de fenômeno social que tem despertado a atenção de estudiosos na atualidade é o crescimento acentuado das igrejas neopentecostais que estão inseridas no grupo das religiões “evangélicas”. De acordo com a recente publicação do Atlas da filiação religiosa e indicadores sociais do Brasil (CNBB) os pentecostais cresceram de 6% para 10,6% da população brasileira nos últimos nove anos. O maior crescimento se dá nas camadas de menor renda das regiões metropolitanas onde os indicadores sociais são mais baixos; e também nas regiões norte e centro-oeste.
2. As causas desse fenômeno, a meu ver, são variadas. Uma delas como mostra o estudo são as condições sócio-econômicas; a maciça utilização da mídia também tem seu peso de influência e a competente administração empresarial dessas igrejas é algo relevante. Mas creio que a utilização da “teologia da prosperidade” seja a causa primordial desse sucesso, as outras dependem fundamentalmente dela.
I. RAÍZES DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE.
1. Gnosticismo - (do grego Γνωστικισμóς (gnostikismós); de Γνωσις (gnosis): 'conhecimento') é um conjunto de correntes filosófico-religiosas sincréticas que chegaram a mimetizar-se com o cristianismo nos primeiros séculos de nossa era, vindo a ser declarado como um pensamento herético após uma etapa em que conheceu prestígio entre os intelectuais cristãos. De fato, pode falar-se em um gnosticismo pagão e em um gnosticismo cristão, ainda que o pensamento gnóstico mais significativo tenha sido alcançado como uma vertente heterodoxa do cristianismo primitivo.
1.1. É oriunda de uma concepção religiosa muito antiga, de antes de Cristo, que veio do Oriente, provavelmente da Pérsia, que ao combinar filosofia pagã, alguns elementos da astrologia e mistérios das religiões gregas com as doutrinas apostólicas do Cristianismo, tornaram-se uma forte influência na Igreja gerando uma terrível heresia que foi severamente combatida por Paulo, Pedro e João em suas epístolas e ainda no século seguinte, no período patrístico, com os escritos apologéticos de Irineu (130-200), Tertuliano (160-225) e Hipólito (170-236). Seus adeptos tornaram-se uma seita que defendia a posse de conhecimentos secretos que, segundo eles, tornava-os superiores aos cristãos comuns que não tinham o mesmo privilégio.
1.2. A premissa básica do gnosticismo é uma cosmovisão dualista. O Supremo Deus Pai emanava do mundo espiritual “bom”. A partir dele, procediam a sucessivos seres finitos (éons), quando um deles (Sofia) deu à luz a Demiurgo (deus criador), que criou o mundo material “mau”, juntamente com todos os elementos orgânicos e inorgânicos que o constituem.
1.3. Cristãos gnósticos, como Marcião (160 d. C.) e Valentim, ensinavam que a salvação vem por meio de um desses éons, Cristo, que se esgueirou através dos poderes das trevas para transmitir o conhecimento secreto (gnosis) e libertar os espíritos da luz, cativos no mundo material terreno, para conduzi-los ao mundo espiritual mais elevado.
1.3. Cristo, embora parecesse ser um homem, nunca assumiu um corpo físico; portanto, não foi sujeito às fraquezas e emoções humanas. Jesus não veio em carne! ”
1.4. As Cartas de João, em destaque a primeira, foram escritas afim de defender deste movimento que já estavam permeando no seido da Igreja. Três tipos de gnosticismo podem ser percebidos:
a) Gnosticismo de Cirinto: Ensina que Jesus tinha um poder angelical (éons) e que este foi abandonado durante a crucificação.
b) Docetismo: Ensinava que Jesus era um ser divino e somente tinha aparência humana.
c) Gnosticismo Imoral: O corpo deve se gastar ao Maximo com extremas orgias, bebedeiras e glutonarias para que rapidamente o espírito seja libertado para a salvação.
2. Crenças perigosas. Devemos ter cuidado dos conhecimentos especulativos.
2.1. Evitando complicações (Ec 7.29). O Homem após ter caído vive em continua busca para seus conflitos e vazios de alma. Eis a razão de tantas heresias, pois virou as costas para Deus
2.2. Devemos evitar as vãs filosofias (Cl 2.8). Este tipo de filosofia diz respeito ao tipo de raciocínio humano que não faz caso da revelação de Deus e seduz por sutileza.
2.3. Surgimento da teologia da Prosperidade:
a) O avô da Teologia da Prosperidade foi Emanuel Swedenborg (1688-1772), um importante cientista sueco. Em 1973 ele publicou um livro intitulado Infinite [Infinito], posteriormente, lançou outro com o título de Heavenly Secrets [Segredos Celestiais], no qual advoga ser o único revelador do Senhor. Ele defendia que havia dialogado um ano com Paulo e conversado várias vezes com Lutero, como se isso não fosse bastante, que havia estado com Moisés. Muitos dos seus escritos foram distribuídos e amplamente lidos nos Estados Unidos, e acabaram influenciando pessoas como Ralph Waldo Trine, Warren Felt Evans e outros que fundaram o movimento Novo Pensamento.
b) O mentor intelectual desse movimento foi Phineas Quimby (1802-1866), que, através da hipnose, desenvolveu a idéia de curas através da mente. A base da sua teoria era a de que a mente tem poder e habilidade para criar e influenciar, desse argumento surgiria a Confissão Positiva, isto é, a teologia da determinação, e a crença de que as palavras têm poder para realizar o que bem se deseja.
c) Um dos seguidores de Quimby foi Warren Felt Evans (1817-1889), que se tornou o escritor responsável pela divulgação da idéias de Quimby através dos seus livros. O mais representativo escritor desse movimento, no entanto, seria Ralph Waldo Trine (1866-1958), através do qual o Novo Pensamento adquiriu popularidade. Alguns cristãos acabaram incorporando à doutrina bíblica aos pressupostos do Novo Pensamento, dentre eles.
d) Norman Vicent Peale (1898-1993), pastor da Marble Collegiate Church, em Nova Iorque. Ele ficou conhecido pelo seu livro The Power of Positive Thinking [O Poder do Pensamento Positivo].
e) Mas a Teologia da Prosperidade, como a conhecemos atualmente, ganhou força através do Pastor E. W. Kenyon (1867-1948), sendo esse o responsável pela relação entre o Novo Pensamento e a Teologia da Prosperidade. Ele aderiu à Confissão Positiva, colocou o ser humano em posição elevada e passou a defender a Teologia da Prosperidade e da Saúde.
f) Posteriormente, Kenneth Hagin (1917-2003) assumiu o posto de principal evangelista da Teologia da Prosperidade. Ele é o pai do movimento Palavra da Fé, movimento difundido no Brasil, por vários líderes eclesiásiticos, entre eles Valnice Milhomens. Alguns líderes neopentecostais (ou pseudopentecostais) aderiram a esse movimento, dentre eles, Edir Macedo, R. R. Soares e Valdomiro Santiago os quais, através da utilização da mídia, principalmente a televisiva, massificaram a Teologia da Prosperidade no país.
3. Confissão Positiva.
3. Confissão Positiva: É o terceiro ponto da teologia da prosperidade. Ela está incluída na "fórmula da fé", que Hagin diz ter recebido diretamente de Jesus, que lhe apareceu e mandou escrever de 1 a 4, a "fórmula". Se alguém deseja receber algo de Jesus, basta segui-la:
3.1. "Diga a coisa" positiva ou negativamente, tudo depende do indivíduo. “De acordo com o que o indivíduo quiser, ele receberá". Essa é a essência da confissão positiva.
3.2. "Faça a coisa". "Seus atos derrotam-no ou lhe dão vitória. De acordo com sua ação, você será impedido ou receberá".
3.3. "Receba a coisa". “Compete a nós a conexão com o dínamo do céu". A fé é o pino da tomada. Basta conectá-lo.
3.4. "Conte a coisa". “A fim de que outros também possam crer". Para fazer a "confissão positiva", o cristão dever usar as expressões: exijo, decreto, declaro, determino, reivindico, em lugar de dizer : peço, rogo, suplico; jamais dizer: "se for da tua vontade", pois isto destrói a fé.
3.5. “Deus tornou-se refé de leis esprituias que Ele supostamente teria criado”. Esta crença sutil inverte valores. Deus se torna servo e os confessionais se tornam Senhor.
II. PRINCIPAIS ENINSAMENTOS DA DOUTRINA DA PROSPERIDADE.
1. Divinização do Homem.
1.1. Célebre é a frase de Kenyon, que depois foi repetida por Kenneth Hagin: “… Todo homem que ‘nasceu de novo’ é uma encarnação e a Cristandade é um milagre. O crente é tão Encarnação quanto o foi Jesus de Nazaré…”.
1.2. Na filosofia de Nietzsche, Deus morre, para que o homem assuma a sua própria divindade. Deus deixa de existir a fim de que o super-homem controle a existência sobre a terra.
1.3. O filósofo ateu Feuerbach, considerava que a grande reviravolta da história será quando o homem se conscientizar de que o único Deus do homem é o próprio homem: “Homo homini Dei”. Outro humanista ateu, Edmund Leach, afirmou que os homens se tornaram como deuses e, que já é tempo de os homens entenderem e assumirem a sua própria divindade. Incrivelmente sem máscara ou retoque, o antigo silvo da serpente de Gênesis “sereis como Deus” tem reverberado através dos séculos em tamanho e formatos diversos como este pensamento Nietzchianiano.
1.4. M. Scott Peck escreve: “Deus quer que nos tornemos ele mesmo (ou ela mesma). Estamos crescendo na deidade. Deus é o alvo da evolução”
1.5. Hank Hanegraff em sua obra Cristianismo em Crise, pp. 116 e 117, escreve: K. Hagin assevera: “O homem… foi criado em termos de igualdade com Deus, e poderia permanecer na presença de Deus sem qualquer consciencia de inferioridade… Deus nos criou tão parecidos com Ele quanto possível… Ele nos fez seres do mesmo tipo dEle mesmo… O homem vivia no Reino de Deus. Vivia em pé de igualdade com Ele… O crente é chamado de Cristo… Eis quem somos; somos Cristo!”; “Kenneth Copeland declara que ä razão para Deus criar Adão foi seu desejo de reproduzir a si mesmo… Ele (Adão) não era um deus pequenino. Não era um semideus. Nem ao menos estava subordinado a Deus”; “Benny Hinn pronuncia: Éu sou um pequeno messias caminhando sobre a terra”. A Bíblia, porém diz que o homem é estruturalmente pó (Gn 2.7; 3.19).
2. Demonização da salvação.
2.1. Um dos populares ensinos da Palavra da Fé é que Jesus recebeu a natureza e Satanás e por isso precisou nascer de novo. Essa doutrina está intrinsicamente ligada à heresia de que “Jesus morreu espiritualmente”, postulando que o sangue derramado por Jesus foi insuficiente para a redenção do homem;
2.2. Ele precisou sofrer nas mãos de Satanás, no inferno, e nascer de novo como o primeiro homem a vencer a morte. Benny Hinn ensina esta heresia: “Ele (Jesus), que é justo por escolha, disse: ‘a única maneira pela qual posso fugir do pecado é me tornando pecado. Não posso simplesmente detê-lo, permitindo que ele me toque; ele e eu temos nos tornado um’. Enquanto isso, Aquele que é a natureza de Deus, tornou-se a natureza de Satanás, quando se tornou pecado”. (TBN, 01/12/90).
2.3. Nesta exata declaração, Hinn consegue transmitir vários erros distintos:
a) Jesus não é justo por escolha, mas por natureza;
b) Jesus jamais falou isso, quer tenha sido na Escritura e muito menos a Benny Hinn;
c) A natureza divina de Jesus é constante; nem mesmo Deus pode mudar a Sua natureza divina para algo mais. - Quando se tornou homem, o Verbo de Deus combinou Sua natureza divina com a natureza carnal do homem - não de um anjo - o que é o contrário de ter Ele assumido a natureza de Satanás. Esta é uma heresia de primeira linha, a qual leva à conclusão da morte espiritual de Jesus, nega a suficiência do Seu sangue, condenando os que nela crêem, a não ser que se arrependam.
d) Este é um “outro evangelho”, diferente daquele que nos foi dado na Escritura. A mensagem da Palavra da Fé engloba muito mais do que a tolice do “fale e exija”. Ela está absolutamente ligada às heresias do crente divino-humano e das heresias de Jesus espiritualmente morto. Ela exalta o homem e denigre Cristo, conforme costuma fazer a maioria dos falsos ensinos. A Bíblia, porém, diz que a salvação foi conquistada na cruz e que o maligno não tem parte com o Senhor (Mt 27.51; Jo 14.30).
3. Negação do sofrimento.
3.1. O que diz a Teologia da Prosperidade.
a) Parte do princípio de que todos são filhos do Rei (Deus, Jesus) e que, portanto, recebem os benefícios desta filiação em forma de riqueza, livramento de acidentes e catástrofes, ausência de doenças, ausência de problemas, posições de destaque, etc.
b) Esta “teologia” oferece fórmulas para fazer o dinheiro render mais, evitar-se acidentes, livrar-se de doenças e problemas, aumentar as propriedades, além de viver uma vida sem dificuldades.
c) A teologia da prosperidade sustenta que nenhum filho de Deus pode adoecer ou sofrer, pois isso seria uma clara demonstração de ausência de fé e, por outro lado, da presença do diabo.
d) Eles chegam ao exagero de declarar que quem morre antes de 70 anos é uma prova de incredulidade, imaturidade espiritual ou pecado. Por suas palavras, cristão que vive sofrendo é porque não está bem espiritualmente: ou está em pecado ou não tem fé.
e) Crente não deve ser pobre, nem doente. Pobreza e doença são marcas de pessoas dominadas pelo poder do diabo.
3.2.As Escrituras apresentam como sendo a nossa porção nesta vida:
a) “Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (Jo 16.33);
b) “Por muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus” (At 14.22);
c) “Para que ninguém seja abalado por estas tribulações; porque vós mesmos sabeis que para isto fomos destinados” (1Ts 3.3).
d) As nossas aflições são determinadas por Deus, com o objetivo de produzirem frutos para o nosso bem e para a Sua glória. Como disse John Piper, em ‘O Sorriso Escondido de Deus’: “as aflições de John Bunyan nos deram O Peregrino.
III. CONSEQUENCIAS DA “TEOLOGIA DA PROSPERIDADE”
1. Profissionalismo ministerial e espiritualidade mercantil.
1.1. É possível realizar a obra de Deus com propósitos escusos, consciente ou inconscientemente, isso pode acontecer. E tem sido a primeira conseqüência danosa que a Teologia da Prosperidade tem causado em muitos ministérios. As livrarias evangélicas têm sido invadidas por uma grande enxurrada de livros do Movimento da Fé, da Confissão Positiva e da Teologia da Prosperidade, a maioria influenciada por autores americanos (Kenneth E. Hagin, Benny Hinn, Marilyn Hickley, etc.).
1.2. É impressionante o número de pessoas e igrejas influenciadas por esses livros. Muitos pregadores começaram a ler estes livros que falavam do sucesso aqui e agora e logo começaram a colocar em prática, começaram a se destacar no rádio televisão, etc.
1.3. O ministério que anteriormente era vocacional tornou-se, em alguns círculos, algo meramente profissional. Em um mundo de negócios, de marketing, de promoção pessoal, de culto à personalidade e de tantas outras coisas, precisamos constantemente revisar e relembrar os valores.
1.4. Quando um ministro afirma: `’não me importa como a igreja vai crescer, só quero que ela cresça’, certamente as motivações desse ministro necessitam de ajuste. Muitos são tentados por não dinamizar em seus ministérios um compromisso com a Palavra de Deus e uma teologia sólida para os dias atuais. Pedro descreve de maneira impressionante tais obreiros: “tendo os olhos cheios de adultério e insaciáveis no pecar; engodando as almas inconstantes, tendo um coração exercitado na ganância, filhos de maldição” (2Pe 2.14).
2. Narcisismo e hedonismo.
2.1. Narcisismo é o culto da imagem própria. Todos os homens principalmente anticristãos se projetam em imagem e não em caráter. Nabucodonosor e os césares romanos são exemplos disto.
2.2. Hedonismo O hedonismo (do grego hedonê, "prazer", "vontade") é uma teoria ou doutrina filosófico-moral que afirma ser o prazer o supremo bem da vida humana. Surgiu na Grécia, e importantes representantes foram Aristipo de Cirene e Epicuro. O hedonismo filosófico moderno procura fundamentar-se numa concepção mais ampla de prazer entendida como felicidade para o maior número de pessoas.
2.3. A conseqüência na teologia prosperidade é que os expositores delas são detentores do poder próprio sentido-s divinizados e buscam a felicidade se projetando e abusando da fé de outrem.
3. Modismos e perda de ideais.
3.1. Muitos léderes já demonstram preocupação diante das extravagâncias que estão surgindo nos púlpitos brasileiros. A cada dia que passa surgem novas práticas anti e extrabíblicas, classificadas simplesmente como “modismos”.
3.2. Estes modismos estão à margem do evangelho que nos foi ensinado por Jesus. Na verdade, se trata de outro evangelho.
3.3. Em detrimento da Palavra, multiplicam-se os púlpitos festivos. Encenações inusitadas, objetos ungidos e mágicos, entrevistas com demônios, amuletos, “mercadorias” diversas, tudo é válido no desvario em que se envolvem pregadores e ouvintes., tudo isso deixa uma sensação de que o evangelho anunciado pelos apóstolos nos primeiros tempos, já não serve para os dias atuais.
3.4. Falar de pecado, arrependimento, perdão e santidade se tornaram antiquado, obsoleto, repreensível. É preciso entreter os ouvintes, apresentar uma nova atração a cada semana, tudo semelhante ao que vemos na sociedade consumista. Mas o que é preciso mesmo, e com urgência, é botarmos a boca no trombone e denunciar o que estão fazendo com o evangelho.
Conclusão
A exposição deste assunto nos faz refletir do grande desafio que temos em favor da verdade baseada na palavra de Deus. Devemos dizer que a prosperidade nas escrituras não está fundamentada nos bens materiais. A prosperidade verdadeira resulta de uma vida cristã equilibrada e em contentamento. Algumas afirmações bíblicas nos ajudam entender a melhor forma de sermos prósperos. (1 Tm 2.2, Ef 2.7; Ef 4.28). Portando é necessário nos fundamentar e estruturar nas Escrituras dentro de um contexto coerente e apurado.
Elaborado por Pastor Ricardo Moreira Leite