Conheçendo BH
Por Poliana Talita Ferreira
e Claudiana Amorim
Chegou o tão esperado momento: as férias. Os cadernos, mochila, ternos e agendas onde ficam marcadas as séries de reuniões diárias ficarão por um tempo no canto do armário. A preocupação agora é o destino: praia ou campo? Cidade histórica ou metrópole?
Talvez você até queira fazer um “tour” por todas essas regiões, mas revendo o orçamento após as festas de fim de ano, percebe que o sonho daquele merecido descanso terá que ser adiado mais uma vez, e que a única diversão será, no máximo, fazer um acampamento no meio da sala...
Nada disso!!! Não é porque o orçamento está apertado que suas férias estão perdidas. É possível se divertir sem gastar muito. Segundo a técnica em turismo Claudiana Amorim é possível aproveitar as férias sem gastar quase nada, aproveitando as atrações de nossa própria cidade. Confira algumas sugestões:
Primeiro, o Mercado Central. Inaugurado em 1929, ocupa uma área privilegiada na região central da cidade. Misturando tradição e memória com aspectos da vida moderna, o Mercado Central conta com 400 lojas que oferecem de tudo um pouco: hortifrutigranjeiros, comida típica da cozinha mineira e o famoso artesanato de Minas. Localizado na Av. Augusto de Lima, 744, no Centro de Belo Horizonte, o Mercado Central está aberto de segunda a sábado das 7 às 18h e nos feriados, das 7 às 13h.
Não podemos deixar de falar também da 33ª Campanha de Popularização do Teatro, que terá inicio no próximo dia 17 e se estenderá até o dia 11 de fevereiro, disponibilizando peças teatrais para adultos e crianças e concertos de ópera a preços populares. Mais informações pelo site www.sinparc.com.br ou pelo telefone: (31) 3222-6900. Vale a pena conferir.
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Com 9.000 metros quadrados, o Museu de Artes e Ofícios é um outro ponto interessante para se visitar. Ele se localiza na Praça Rui Barbosa, s/n, na Praça da Estação. O museu ocupa um dos prédios históricos da Estação Central, local onde funciona uma estação de metrô e um ramal ferroviário, bem no centro de Belo Horizonte. A coleção lá exposta mostra a riqueza da produção popular na era pré-industrial: os fazeres, artes e ofícios que deram origem às profissões contemporâneas. Os visitantes ainda poderão ver um amplo painel da história e das relações sociais do trabalho no Brasil, nos últimos três séculos. Se ficar com vontade ver tudo isso de perto não perca tempo: o museu fica aberto terça, quinta e sexta-feira, de 12 às 19h; quarta-feira, de 12 às 21h; sábado e domingo, de 11 às 17h. A entrada custa R$ 4,00 (quatro reais) e estudantes pagam meia-entrada. Uma dica importante: aos sábados a visitação é gratuita.
E para fechar nossas indicações não podemos deixar de citar o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, ressaltando o Parque Ecológico, que traz duas novidades: a primeira é o projeto Bicicletas para todos, que disponibiliza gratuitamente, bicicletas para utilização pelos visitantes e a outra, o Borbolétario, que faz parte do Zoológico, sendo o primeiro borbolétario do setor público de que se tem notícia no país. É um local muito agradável e interessante onde se pode observar borboletas e mariposas. A visitação sem agendamento ocorre nas terças-feiras das 9 às 11h e de 14 às 16h, e aos sábados, das 10 às 12h e de 13:30 às 15:30h, sempre por ordem de chegada dos visitantes. Não perca a oportunidade de conhecer o único borbolétario público do país e aproveite para fazer um passeio ecológico de bicicleta.
Esperamos que gostem das dicas e que aproveitem bastante essas férias, pois afinal de contas, foram doze meses de trabalho árduo e enfim, chegou o tempo de descansar!
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